Tive a oportunidade de produzir um show com Hermeto Pascoal, Raldolde Campos, Alcyr Guimarães e Osmar Júnior na cidade de Macapá. Foi num sábado de muita chuva. Mas o Teatro das Bacabeiras estava lotada ( 702 lugares ). Um show maravilhoso. Parabéns para este músico maravilhoso. Hermeto Pascoal e Aline Morena
Músico sobe ao palco ao lado da cantora Aline Morena para comemorar aniversário.
domingo, 23 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Observando a matéria divulgada pela imprensa portuguesa sobre Luiz Inácio Lula da Silva e a Justiça de Brasília, fico a me perguntar: quando a nova geração de verdadeiros representantes da população brasileira chegará? Não creio que ela está distante. Já há um ensaio no Congresso Nacional.
Raríssimos homens já estão mostrando trabalho que merece crédito. Infelizmente ainda existem uns que conseguem enganar, mas é por pouco tempo. Estaremos, o povo, estaremos renovando, sim nossa categoria de representantes. E estaremos com homens verdadeiros que sabem o que significa representar uma população, com suas diferenças, com seu precioso sistema democrático, para que faça a população utilizar a riqueza, da qual é proprietária.
Não quero fazer daqui nenhum palanque, mas é importante, que cada um de nós mostre seu pensamento, sua indignação quanto às atrocidades que os políticos fazem, quanto à liberdade e dignidade dessa gente brasileira. Essa gente que trabalha e muitas vezes não tem nem o pão para acompanhar o café! Essa gente que sabe que precisa de educação e só encontra a deseducação pagando mal professores, sem espaço para repassar o conhecimento que adquiriram às duras penas. Essa gente gente que é discriminada pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Essa gente que procura amar e ser feliz. E encontra a legitimação da discriminação na própria Câmara.
Os dois milhões que foram às ruas no Rio de Janeiro estão querendo a massa de políticos sérios que ainda estão fora do Congresso Nacional. Infelizmente ainda existem alguns veículos de comunicação que se submetem aos tostões pagos à mentira. E demitem jornalistas que estão sentindo na pele o que a população toda está sentindo e ao comentar as verdades que precisam ser ditas. Já fui demitido também por não dar espaço para político sujo. Mas isso também passa. O que fica são nossas verdades.
O que fica é a vontade de querer fazer o melhor e ver uma nação disposta a mudar. Uma nação que está indo para as ruas. Uma nação disposta a fazer valer a humanidade que vive aqui. Uma nação chamada Brasil.
( MATÉRIA NA IMPRENSA PORTUGUESA SOBRE O EX-PRESDIENTE BRASILEIRO LUIZ INÁCIO:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/ministerio-publico-pede-bloqueio-de-bens-de-lula )
Raríssimos homens já estão mostrando trabalho que merece crédito. Infelizmente ainda existem uns que conseguem enganar, mas é por pouco tempo. Estaremos, o povo, estaremos renovando, sim nossa categoria de representantes. E estaremos com homens verdadeiros que sabem o que significa representar uma população, com suas diferenças, com seu precioso sistema democrático, para que faça a população utilizar a riqueza, da qual é proprietária.
Não quero fazer daqui nenhum palanque, mas é importante, que cada um de nós mostre seu pensamento, sua indignação quanto às atrocidades que os políticos fazem, quanto à liberdade e dignidade dessa gente brasileira. Essa gente que trabalha e muitas vezes não tem nem o pão para acompanhar o café! Essa gente que sabe que precisa de educação e só encontra a deseducação pagando mal professores, sem espaço para repassar o conhecimento que adquiriram às duras penas. Essa gente gente que é discriminada pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Essa gente que procura amar e ser feliz. E encontra a legitimação da discriminação na própria Câmara.
Os dois milhões que foram às ruas no Rio de Janeiro estão querendo a massa de políticos sérios que ainda estão fora do Congresso Nacional. Infelizmente ainda existem alguns veículos de comunicação que se submetem aos tostões pagos à mentira. E demitem jornalistas que estão sentindo na pele o que a população toda está sentindo e ao comentar as verdades que precisam ser ditas. Já fui demitido também por não dar espaço para político sujo. Mas isso também passa. O que fica são nossas verdades.
O que fica é a vontade de querer fazer o melhor e ver uma nação disposta a mudar. Uma nação que está indo para as ruas. Uma nação disposta a fazer valer a humanidade que vive aqui. Uma nação chamada Brasil.
( MATÉRIA NA IMPRENSA PORTUGUESA SOBRE O EX-PRESDIENTE BRASILEIRO LUIZ INÁCIO:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/ministerio-publico-pede-bloqueio-de-bens-de-lula )
ATÉ O DIA 26 DE JUNHO ANEXE ISSO AO SEU BATE-
PAPO, OU AO SEU PALANQUE.
O presidente da Câmara dos Deputados anunciou a votação da PEC para o dia 26 de junho, mesmo que não haja consenso.
A proposta opõe integrantes do Ministério Público e das polícias. Os primeiros são contra retirar o poder de investigação de promotores e procuradores. Policiais consideram que a Constituição delega às polícias a prerrogativa de atuar em casos relacionados a crimes.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
@caetanoveloso escreve sobre as manifestações no Brasil. Confira aqui o texto!
#acordabrasil
Sinto identificação espontânea com os manifestantes. Aqui no Rio, desde a resistência contra a derrubada da Escola Friedenreich e a defesa da Aldeia Maracanã, senti, pelos emails que recebia, por conversas que tive e pelos vídeos em que policiais apareciam jogando gás lacrimogêneo (sendo que meu candidato à prefeitura do Rio nas últimas eleições, Marcelo Freixo, foi atingido ao ir prestar solidariedade aos resistentes), que esse tipo de manifestações cresceria. Que tenha sido em reação ao aumento da tarifa dos ônibus que esse cresciemento se mostrou evidente, só confirma minha percepção de que se trata de algo genuíno, uma expressão de insatisfação da população com um quadro público que demonstra cansaço.
#acordabrasil
Sinto identificação espontânea com os manifestantes. Aqui no Rio, desde a resistência contra a derrubada da Escola Friedenreich e a defesa da Aldeia Maracanã, senti, pelos emails que recebia, por conversas que tive e pelos vídeos em que policiais apareciam jogando gás lacrimogêneo (sendo que meu candidato à prefeitura do Rio nas últimas eleições, Marcelo Freixo, foi atingido ao ir prestar solidariedade aos resistentes), que esse tipo de manifestações cresceria. Que tenha sido em reação ao aumento da tarifa dos ônibus que esse cresciemento se mostrou evidente, só confirma minha percepção de que se trata de algo genuíno, uma expressão de insatisfação da população com um quadro público que demonstra cansaço.
Não é apenas o governo do PMDB no estado e na prefeitura, nem o do PT no âmbito federal. É toda uma conjuntura que precisa ouvir dos cidadãos que não há mais aceitação passiva do que quer que seja. De minha parte, identifico-me com os manifestantes. Eles estão dando voz a sentimentos ainda inarticulados. Têm que nos fazer pensar. Relembro as passeatas dos anos 1960 e penso nos movimentos que se dão na Turquia agora, como se deram faz pouco nos EUA, na Espanha, na Grécia, em vários países árabes. Me sinto em sintonia com essas pessoas. A fala de Alckmin, reduzindo tudo a ação de baderneiros e vândalos, foi insensível.
Está por fora. Não chamaria Jabor de burro, como acontece na cômica montagem que fizeram da fala dele com uma gravação minha dos anos 1970, mas acho superficial dizer que esses movimentos são pura ilusão nostálgica de grupos de classe média, que sonham com as marchas de que ouviram falar. Os 20 centavos podem não doer no bolso da maioria dos manifestantes mas são essenciais para os pobres que precisam de transporte público. Nada diz que jovens que não pertencem às classes necessitadas não podem reclamar por elas. O argumento pasoliniano em defesa dos policiais procede, o que não quer dizer que eles recebam e cumpram sempre as ordens mais justas.
Mas o mais importante é notar que o fato de serem os protestos motivados pelo aumento das tarifas aponta para o problema gigante do transporte público no Brasil. O Rio conhece uma tradição mafiosa nesse campo. Aqui, através desse sintoma que é o aumento do preço das passagens, os manifestantes estão dizendo que não engolem os modelos de negócios adotados para as obras relativas à Copa e à Olimpíada; que desconfiam dos planos de ampliação do metrô; que percebem que o povo brasileiro já sente os efeitos da inflação. São muitos níveis de insatisfação de que se esboça a expressão.
Sou radicalmente contra vândalos que causam danos a prédios e monumentos. E sou radicalmente contra a atitude das autoridades que mandam a polícia descer o pau em qualquer manifestante. Como disse um jornal estrangeiro, o Brasil parece que esqueceu o que são manifestações públicas de protesto. Enfim, como na canção de Dylan, alguma coisa está acontecendo e você não sabe o que é, sabe Sr. Jones? Esperemos que seja algo que ajude o Brasil a se desamarrar.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Dinheirama > Economia Geral > Os rumos do país no fio da navalha
JUN201311
Os rumos do país no fio da navalha
1comentários
Por: Gustavo Chierighini (@GustavoChierigh), fundador da Plataforma Brasil Editorial.
Caro leitor, já faz muito tempo que escutei de um renomado advogado especializado em falências que toda derrocada empresarial é precedida por planos mirabolantes, crenças inconsistentes e otimismo infundado.
Na época, escutei aquela que parecia ser a sentença de um comportamento empresarial padrão e me coloquei a refletir. Os anos passaram e o fato é que constatei, a olho nu, a verdade que aquelas palavras continham.
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Com o tempo, fui extrapolando a análise e concluí que o fenômeno é caracterizado por ampla abrangência, com ligação direta ao experimento humano, suas aventuras, projetos e empreendimentos.
Em resumo, diante do sufoco, a alternativa mais improvável e por vezes inexequível torna-se aquela na qual são depositadas toneladas de credibilidade, que junto com uma dose imensa de energia, tempo e dedicação a transformam na “grande solução”.
Há relatos de que Hitler, acuado em seu bunker com uma Berlim açoitada por bombardeios constantes e com as tropas aliadas já dominando bairros inteiros, arquitetava planos mirabolantes para reestabelecer a ofensiva e garantir a vitória, exigindo de seus generais que o êxito fosse alcançado em no máximo alguns meses.
Pura loucura. Em poucos dias, ele e grande parte do seu board haviam se suicidado. Em resumo, seres humanos acuados e sem saída, via de regra se apegam a decisões radicais e definitivas.
Alguns avançam em direção a soluções absolutamente fantasiosas e inexequíveis. Outros, de forma mais serena, apostam nas correções necessárias, com calibragem constante, revendo valores e crenças impraticáveis, mas sobretudo dedicando energia a um processo construtivo de saneamento (destacando que, para este último caso, o fator tempo é indispensável).
Nos últimos dias, tenho lido sobre a nova doutrina que cresce entre os escaninhos públicos de nossa equipe econômica, onde já se admite como encerrada a fase na qual o crescimento poderia se dar majoritariamente pelo estímulo ao consumo, e que a partir daqui um PIB de respeito (ou ao menos próximo das projeções governamentais) viria como resultante da elevação da taxa de investimento.
Esta, por sua vez, seria gestada a partir do empenho de capital com os já lendários projetos de infraestrutura (portos, terminais em aeroportos, aeroportos regionais, usinas, estradas de ferro, preparativos para os grandes eventos mundiais que se aproximam e por ai vai). Neste contexto, um detalhe: o grosso dos leilões (praticamente todos) ocorrerão entre os meses de setembro e outubro deste ano.
A propósito, como todos sabemos, para este cenário o fator tempo não corre a favor. Até porque o grande evento mesmo acontecerá ao final de 2014.
A você, leitor, parece que o país vem tentando soluções mirabolantes, ao melhor estilo “tentativa e erro”, ou há claros sinais, tomando como base os últimos anos, de que escolhemos o caminho do crescimento sustentável como estilo de gestão para o país? Acho que posso encerrar o texto por aqui.
Dedico este texto à memória do criador da revista Veja, o empresário Roberto Civita, fiel defensor da liberdade de imprensa e do livre empreendedorismo brasileiro. Obrigado, nobre cidadão!
Até o próximo. Foto de freedigitalphotos.net.
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Dinheirama > Destaques > Fuja do cheque especial: juros ultrapassam 200% ao ano
JUN201312
Fuja do cheque especial: juros ultrapassam 200% ao ano
0comentários
Uma das poucas verdades que existem em relação a finanças pessoais é de que o brasileiro ainda não aprendeu a lidar de maneira inteligente com o crédito. É comum encontrarmos pessoas que utilizam linhas de crédito caras por um período longo de tempo, quando poderiam, com mais interesse e curiosidade, encontrar crédito mais barato. Tudo isso faz parte do amadurecimento e da necessária pesquisa e desejo de valorizar o próprio dinheiro.A realidade dos juros do cheque especial
Um dos erros mais graves que serve como exemplo para má utilização do crédito é o cheque especial. Ah, sim, que de especial mesmo só leva os dizeres do nome. A última pesquisa divulgada pelo Procon-SP sobre o assunto constatou que a taxa média dos juros cobrados pelos bancos do país é de 149,9% ao ano. A taxa mais alta ultrapassou 210%.
Veja os números apurados pelo Procon-SP:
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| Banco | Taxa de juros mensal | Taxa ao ano |
| Santander | 9,95% | 212,14% |
| HSBC | 9,82% | 207,74% |
| Bradesco | 8,78% | 174,53% |
| Itaú | 8,75% | 173,62% |
| Safra | 8,25% | 158,90% |
| Banco do Brasil | 5,70% | 94,49% |
| Caixa | 4,27% | 65,16% |
Como escapar do cheque especial?
Se você utiliza o cheque especial com certa constância (ou pior, fez do cheque especial um complemente de sua renda), é importante lembrar que a qualquer momento o banco pode cancelar sua linha de crédito. Assim, é indispensável que o seu padrão de vida seja revisto para que, a partir de agora, suas despesas não saiam de controle. Gastar mais do que se ganha nunca é uma boa decisão.
Uma boa alternativa para sair do limite do cheque especial é tomar um empréstimo em linhas de crédito com juros menores. Pergunte sobre o crédito consignado no RH de sua empresa, afinal os juros dessa modalidade costumam ser muito menores. Outra alternativa que também é mais barata é um empréstimo pessoal (também chamado de CDC).
Mas, atenção: você está trocando uma dívida cara (cheque especial) por outra mais barata (consignado ou CDC), o que significa que ainda assim terá que pagar o que deve e que o cheque especial será liberado. A partir deste ponto, evite usar o cheque porque se você entrar novamente no cheque especial terá duas dívidas para pagar. Preste atenção!
Outro detalhe importante é a diferença entre as taxas cobradas pelos bancos. Logo, pesquisar oportunidades e sair da zona de conforto é essencial para quem valoriza seu patrimônio. Como comparação, imagine alguém utilizando R$ 100 do cheque especial do banco Santander: no final de 12 meses a dívida chegaria a R$ 312,14. Esse mesmo valor na Caixa Econômica Federal, por exemplo, estaria no final de 12 meses em R$ 165,16.
Mais do que nunca, é hora de seguir com os olhos bem abertos e atentos para não cair nas armadilhas do crédito. Até a próxima!
Fonte: Procon-SP e UOL Economia. Foto de freedigitalphotos.net.
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RICARDO PEREIRA
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Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: @RicardoPereira
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Crack1 (também chamado de craque) é uma droga, geralmente fumada, feita a partir da mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de sódio.2 É uma forma impura de cocaína e não um subproduto. O nome deriva do verbo "to crack", que, em inglês, significa "quebrar", devido aos pequenos estalidos produzidos pelos cristais (as pedras) ao serem queimados, como se quebrassem.
A fumaça produzida pela queima da pedra de crack chega ao sistema nervoso central em dez segundos, devido ao fato de a área de absorção pulmonar ser grande e seu efeito dura de 3 a 10 minutos, com efeito de euforia mais forte do que o da cocaína, após o que produz muita depressão, o que leva o usuário a usar novamente para compensar o mal-estar, provocando intensa dependência. Não raro, o usuário tem alucinações e paranoia (ilusões de perseguição).
Em relação ao seu preço, é uma droga mais barata que a cocaína.3
O uso de cocaína por via intravenosa foi quase extinto no Brasil, pois foi substituído pelo crack, que provoca efeito semelhante, sendo tão potente quanto a cocaína injetada. A forma de uso do crack também favoreceu sua disseminação, já que não necessita de seringa— basta um cachimbo, na maioria das vezes improvisado, como, por exemplo, uma lata de alumínio furada.
Existem vários efeitos e consequências, veja neste link:
EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS
FÍSICOS
Das vias aéreas até o cérebro, a fumaça tóxica do crack causa um impacto devastador no organismo. As principais consequências físicas do consumo da droga incluem doenças pulmonares e cardíacas, sintomas digestivos e alterações na produção e captação de neurotransmissores. Veja no infográfico quais são os efeitos agudos e crônicos do uso da droga.
Veja mais acessando este link http://www.brasil.gov.br/crackepossivelvencer/efeitos-e-consequencias/fisicos
Fonte: Wikipedia
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