sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Filme com Glória Pires arrasa. ‘Flores raras’ prepara agora sua estratégia para chegar ao Oscar


Imprensa americana se rendeu ao desempenho de Gloria Pires e Miranda Otto no longa do clã Barreto

RIO - Visto por cerca de 161 mil pagantes em duas semanas de exibição no Brasil, “Flores raras”, de Bruno Barreto, que já viajou por dez festivais no exterior, incluindo os de Berlim (onde ganhou prêmio de público) e Tribeca, prepara agora sua marcha para ganhar os mercados estrangeiros. 

Na estratégia armada pelo casal de produtores Lucy e Luiz Carlos Barreto, o circuito dos Estados Unidos é o primeiro da fila. Produzida ao custo de R$ 13 milhões, a história de amor entre a poeta americana Elizabeth Bishop (1911-1979) e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares (1910-1967), vividas por Miranda Otto e Gloria Pires, estreia no primeiro fim de semana de dezembro em Nova York e em Los Angeles, a fim de se habilitar para disputar o Oscar.

— Apesar de já termos iniciado negociações com a Alemanha, com países escandinavos, com a Coreia do Sul e com algumas nações do Oriente Médio, o filme só vai entrar em cartaz na Europa depois de estrear em território americano — diz Luiz Carlos Barreto, o Barretão, lembrando que sua distribuidora nos EUA é a Wolfe, a mesma do premiado “Tomboy” (2011), de Céline Sciamma.

Pelas regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, “Flores raras” não pode concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro por ser majoritariamente falado em inglês. Mas, para Lucy, ele tem chance de disputar outras categorias.

— Além das duas atrizes, a direção de arte, na caracterização do Rio de Janeiro dos anos 1950 e 60, é um ponto para indicações aos prêmios — afirma a produtora, que encampou o filme como um projeto pessoal desde 1995, quando adquiriu os direitos do livro “Flores raras e banalíssimas” (Rocco), de Carmen L. Oliveira, centrado na paixão de Lota e Elizabeth.

Antes da estreia de “Flores raras” nos EUA, um agente de vendas internacionais leva o filme para o Festival de Toronto (de 5 a 15 de setembro), no Canadá. Lá a produção terá exibições paralelas à programação oficial do evento, considerado a melhor vitrine para longas que buscam visibilidade aos olhos da Academia.

Durante o Festival de Berlim, em fevereiro, revistas especializadas em cinema dos EUA como a “Screen International” elogiaram o vigor dramático de “Flores raras”. Em seu texto para “The Hollywood Reporter”, a crítica Deborah Young ressaltou que a experiência de Bruno Barreto na indústria americana, com longas como “Atos de amor” (1996) e “Assassinato sob duas bandeiras” (1990), deu ao cineasta domínio da construção de personagem.

Deborah ainda elogiou a maneira como o diretor administra duas atrizes de perfil e bagagem cultural tão diferentes como Miranda e Glória para relatar o romance entre Elizabeth e Lota, indo além do perfil de filme GLS.

— Em 1959, quando estava grávida de minha filha (a também produtora) Paula, eu conheci Lota e Bishop, aqui no Brasil. Assisti da casa onde vivi durante anos, no Flamengo, ao processo de construção do Aterro, sob os cuidados de Lota. 

Nosso filme é um resgate da memória da Lota e de sua importância para esta cidade — diz Lucy Barreto, rebatendo as críticas, que hoje correm na internet, de que o filme não faz menção à participação do arquiteto Affonso Eduardo Reidy (1909-1964) na concepção do Aterro. — Ele não é um filme sobre arquitetura. 

É um filme sobre duas mulheres e o amor, com licenças poéticas.
Em maio, “Flores raras” foi exibido no Marché du Film do Festival de Cannes, e foi a produção latino-americana mais elogiada entre os distribuidores internacionais, seguida pelo mexicano “Heli”, de Amat Escalante. Até dezembro, o filme será exibido nos festivais de Haifa (Israel), Internacional de Cine de Viña del Mar (Chile), Mar Del Plata (Argentina) e Thessaloniki (Grécia).

— O aprisionamento dos filmes brasileiros ao mercado interno é uma armadilha para nossa indústria — diz Barretão. — Temos, apesar de toda a burocracia no setor audiovisual, potencial para exportar nossos filmes, diante da forte demanda estrangeira acerca da cultura brasileira. É importante intensificar a carreira internacional de nosso cinema.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/aprovado-nos-festivais-estrangeiros-flores-raras-prepara-agora-sua-estrategia-para-chegar-ao-oscar-9749772#ixzz2dSUuTbiM 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Beatriz Milhazes. Conheça a mais cara artista brasileira viva. Na quinta, às 18h30h.



Beatriz Milhazes é a mais cara artista brasileira viva. Que pinturas como “Meu limão” (2000) e “O mágico” (2001) alcançaram cifras milionárias em leilões de casas como Sotheby’s e Christie’s. Que há fila, entre os endinheirados de bom gosto, para comprar uma tela sua.

Que arabescos, mandalas, flores e ouro se repetem em sua produção, compondo obras de colorido exuberante, que todo mundo parece conhecer, de tanto ver em imagens, impressas ou digitais, que acompanham notícias sobre a artista. Parece conhecer, ressalta Beatriz.


— Ninguém conhece de fato a obra de um artista se não a vir ao vivo — ela diz. — Outro dia uma pessoa me falou que conhecia minha obra, perguntei a que exposições tinha ido, e ele respondeu que nunca havia visto uma. Então não conhece. Para conhecer tem que ver a escala, a matéria, a manufatura.

É, portanto, uma oportunidade de ouro (e arabescos, flores, mandalas...) a exposição “Meu bem”, que será inaugurada nesta quinta-feira, às 18h30m, no Paço Imperial. Estarão lá 60 pinturas, gravuras e colagens, feitas entre 1989 e 2013, além de um móbile de nove metros de altura, “Gamboa I”, produzido especialmente para o local.

A artista de 53 anos — que fala sobre sua obra hoje, às 20h, na Casa do Saber O GLOBO, ao lado de Lauro Cavalcanti, diretor do Paço, em evento com ingressos já esgotados — festeja sua primeira grande exposição na cidade desde 2002, quando ocupou o CCBB com 22 trabalhos.

É a mostra que marca seus 30 anos de carreira, contados a partir da primeira exposição, em 1983. Mas é, principalmente, a maior panorâmica da artista.
Autor de ensaios sobre Beatriz e curador da exposição “Panamericano”, montada no ano passado no Malba, em Buenos Aires, o francês Frédéric Paul optou por uma mostra centrada na pintura, mas com um diálogo com a gravura e a colagem, que aos poucos foram introduzidas.

Os trabalhos anteriores a 1989 ficaram de fora. Ele explica a escolha:
— Esse é o ano em que ela começa a usar a técnica do decalque. É nesse momento que algo muda em seu trabalho. Antes, fazia uma referência forte às artes decorativas, ao período histórico brasileiro, imperial, com rendas, bordados.

Mas a partir de 1989 sua pintura se torna menos espontânea e mais distanciada. Ela parte para a abstração.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/beatriz-milhazes-ao-vivo-9710252#ixzz2dDfgeUMA 

Max Cavalera não para de voar. Ele toca no Circo Voador.



De Phoenix, Arizona, nos EUA, onde mora há mais de uma década, ele voa com sua principal banda, o Soulfly, para o mundo todo. Nesta terça, dia 27 de agosto, às 20h, estará no Circo Voador, no Rio de Janeiro, para um show em parceria com o veterano grupo punk americano Suicidal Tendencies.
-- O show vai ser matador, eu adoro o Suicidal -- diz o simpático Max de seu hotel em São Paulo. -- Estamos fazendo uma turnê muito legal, já tocamos para públicos enormes em cidades como Manaus, em um show produzido pela prefeitura, e em Fortaleza, com o Angra.
Ele, que passou mais de dez anos sem tocar no Rio, vem para sua terceira apresentação na cidade em apenas um ano e meio: em fevereiro de 2012 trouxe o Soulfly à cidade pela primeira vez, e em novembro veio com o Cavalera Conspiracy, projeto que tem com seu irmão Iggor em que os dois lembram os velhos tempos de Sepultura, banda que fundaram juntos, em Belo Horizonte, em 1984.
-- Ontem (domingo) o Iggor apareceu para uma canja, tocamos umas barulheiras das antigas -- contou o cantor, que lamentou a ausência do irmão no show carioca. -- Foi bom também porque serviu como uma espécie de despedida, porque ele está indo morar em Londres, de onde vai tocar seu projeto de música eletrônica, o MixHell.
Max, que está aderindo à nova mania dos roqueiros de escrever sua biografia, comemora a chance de tocar em tantas cidade brasileiras, uma dificuldade que enfrentava com o Sepultura e, na década passada, com o Soulfly.
-- Os shows estão rolando, né? -- comenta ele, que, além do Rio, ainda se apresentará em Porto Alegre e Brasília, no festival Porão do Rock. -- É legal saber que bandas como o Possessed e o Sodom vieram ao Brasil. Antigamente, éramos vistos como um país exótico. É bom que isso tenha se normalizado.
Até porque assim ele pode sonhar em vir ao país com seu próximo projeto, que inclui o baixista e cantor do Mastodon, Troy Sanders, o vocalista do Dillinger Escape Plan, Greg Puciato, e o baterista Dave Elitch, ex-integrante do Mars Volta.
-- É uma mistura bem louca, né? -- anima-se ele. -- Vamos gravar um disco em Los Angeles, em setembro, produzido por Josh Wilbur (Hatebreed, Gojira, Lamb of God) para lançar no ano que vem e depois sair em turnê. Todas as músicas terão os três cantores, e, por isso mesmo, não teremos nenhum convidado no disco.


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

'A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro' é encenada nesta segunda-feira durante o Cena 10

'A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro' é encenada nesta segunda-feira durante o Cena 10 Divulgação/Divulgação 

PRA SUA SEGUNDA-FEIRA FICAR MAIS ATRAENTE


Esta aqui veio de Joinville. Cidade onde mora meu amigo Francisco Aquino. Olha aí:Texto de Tuane Roldão. Ela até descolou o e-mail. Se você quiser mais detalhes, aproveite: 

Tuane Roldão
tuane.roldao@an.com.br

Esse episódio e o resultado do embate entre os personagens será narrado, nesta segunda-feira à noite, no palco do Espaço Cultural AváRamin, como parte da programação da Mostra de Teatro Cena 10.A peça A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro, dirigida por Rubens Lima Jr. – da Cia. de Artes Cênicas Atos, de Joinville –, é uma adaptação do conto de mesmo nome do dramaturgo Artur Azevedo.
Quatro atrizes que interpretam prostitutas em um cabaré conduzem o musical com 90 minutos de duração. O elenco promete narrar e encenar a trama em forma de arena, em que as artistas atuam, cantam e dançam rodeadas pelo público, o que permite maior interação com a plateia.Se a ditadura da beleza feminina é discutida como um problema atual, o texto que deu origem ao espetáculo, escrito no início dos anos 1900, revela que o tema tem merecido atenção há muito mais tempo.
Quem assistir à apresentação, a partir das 20 horas, deve se deparar com uma peça reflexiva, engraçada e emocionante.— Figurinos ousados, adereços e cenário que levam a plateia para o mundo de Fadinha. As prostitutas compartilham seus pensamentos e o desejo de ser a moça mais bonita do Rio de Janeiro — revela Eduardo Viera, produtor do grupo Atos.
Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar.

A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.

Esse episódio e o resultado do embate entre os personagens será narrado, nesta segunda-feira à noite, no palco do Espaço Cultural AváRamin, como parte da programação da Mostra de Teatro Cena 10.A peça A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro, dirigida por Rubens Lima Jr. – da Cia. de Artes Cênicas Atos, de Joinville –, é uma adaptação do conto de mesmo nome do dramaturgo Artur Azevedo.Quatro atrizes que interpretam prostitutas em um cabaré conduzem o musical com 90 minutos de duração. O elenco promete narrar e encenar a trama em forma de arena, em que as artistas atuam, cantam e dançam rodeadas pelo público, o que permite maior interação com a plateia.
Se a ditadura da beleza feminina é discutida como um problema atual, o texto que deu origem ao espetáculo, escrito no início dos anos 1900, revela que o tema tem merecido atenção há muito mais tempo. Quem assistir à apresentação, a partir das 20 horas, deve se deparar com uma peça reflexiva, engraçada e emocionante.

— Figurinos ousados, adereços e cenário que levam a plateia para o mundo de Fadinha. As prostitutas compartilham seus pensamentos e o desejo de ser a moça mais bonita do Rio de Janeiro — revela Eduardo Viera, produtor do grupo Atos.
Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.

— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar. E A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.

Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.

A peça A Moça Mais Bonita do Rio de Janeiro, dirigida por Rubens Lima Jr. – da Cia. de Artes Cênicas Atos, de Joinville –, é uma adaptação do conto de mesmo nome do dramaturgo Artur Azevedo.
Quatro atrizes que interpretam prostitutas em um cabaré conduzem o musical com 90 minutos de duração. O elenco promete narrar e encenar a trama em forma de arena, em que as artistas atuam, cantam e dançam rodeadas pelo público, o que permite maior interação com a plateia.

Se a ditadura da beleza feminina é discutida como um problema atual, o texto que deu origem ao espetáculo, escrito no início dos anos 1900, revela que o tema tem merecido atenção há muito mais tempo. Quem assistir à apresentação, a partir das 20 horas, deve se deparar com uma peça reflexiva, engraçada e emocionante.

— Figurinos ousados, adereços e cenário que levam a plateia para o mundo de Fadinha. As prostitutas compartilham seus pensamentos e o desejo de ser a moça mais bonita do Rio de Janeiro — revela Eduardo Viera, produtor do grupo Atos.

Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.

— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar. E A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.

Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.

Quatro atrizes que interpretam prostitutas em um cabaré conduzem o musical com 90 minutos de duração. O elenco promete narrar e encenar a trama em forma de arena, em que as artistas atuam, cantam e dançam rodeadas pelo público, o que permite maior interação com a plateia.
Se a ditadura da beleza feminina é discutida como um problema atual, o texto que deu origem ao espetáculo, escrito no início dos anos 1900, revela que o tema tem merecido atenção há muito mais tempo. Quem assistir à apresentação, a partir das 20 horas, deve se deparar com uma peça reflexiva, engraçada e emocionante.

— Figurinos ousados, adereços e cenário que levam a plateia para o mundo de Fadinha. As prostitutas compartilham seus pensamentos e o desejo de ser a moça mais bonita do Rio de Janeiro — revela Eduardo Viera, produtor do grupo Atos.

Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.

— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar. E A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.

Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.


Se a ditadura da beleza feminina é discutida como um problema atual, o texto que deu origem ao espetáculo, escrito no início dos anos 1900, revela que o tema tem merecido atenção há muito mais tempo. Quem assistir à apresentação, a partir das 20 horas, deve se deparar com uma peça reflexiva, engraçada e emocionante.
— Figurinos ousados, adereços e cenário que levam a plateia para o mundo de Fadinha. As prostitutas compartilham seus pensamentos e o desejo de ser a moça mais bonita do Rio de Janeiro — revela Eduardo Viera, produtor do grupo Atos.

Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.

— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar. E A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.

Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.

— Figurinos ousados, adereços e cenário que levam a plateia para o mundo de Fadinha. As prostitutas compartilham seus pensamentos e o desejo de ser a moça mais bonita do Rio de Janeiro — revela Eduardo Viera, produtor do grupo Atos.
Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.

— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar. E A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.

Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.

Amanda Belmonte, uma das atrizes da peça, participa do Cena pela terceira vez. Suas expectativas para esta edição estão nas alturas.
— Não só adoro fazer teatro como também gosto de prestigiar outras apresentações, diferentes maneiras de trabalhar. E A Moça envolve o público tanto com a sensualidade das coreografias quanto com várias marcações e falas trabalhosas, algo muito diferente do que já fiz.
Este espetáculo faz parte de um projeto de dramaturgia brasileira do século 19 desenvolvido pela companhia, com foco em musicais. Até agora, a Atos possui oito montagens homenageando grandes escritores nacionais. Folias Machadianas (Machado de Assis), Primo da Califórnia (Joaquim Manuel de Macedo) e Dentro da Noite (João do Rio) são alguns exemplos.

QUANDO: hoje, às 20 horas
ONDE: Espaço Cultural AváRamim (rua Fernando Machado, 190, América).
QUANTO: R$ 20. Com meia-entrada válida para estudantes, idosos e deficientes físicos, mediante a apresentação de documento previsto por lei, e 50% de desconto para clientes do Cartão Clube do Assinante (titular e acompanhante). À venda nowww.ticketcenter.com.br e Jurerê Beach & Fitness (rua Lages, 480).

domingo, 25 de agosto de 2013

É DOMINGO! HOJE TEM SAMBA COM MARIENE DE CASTRO E GRUPO REVELAÇÃO


É domingo! O samba está em qualquer lugar dessa cidade maravilhosa que canta o país inteiro. Na Globo News tem programa de samba com o jornalista e sambista Chico Pinheiro.

Por lá, apresentando novo trabalho está o Grupo Revelação e Mariene de Castro. 


Comemorando dez anos de carreira e com novo DVD que acaba de ser lançado, Xande de Pilares e seus companheiros cantam no Sarau alguns dos maiores sucessos do grupo Revelação.

Já a baiana Mariene de Castro, mostra o novo CD dedicado à Clara Nunes. É só ligar, assistir e cantar.



sábado, 24 de agosto de 2013

Novo Visual atrai cariocas e turistas para o Dois Irmãos. Nova visão!



Rio de Janeiro 
- Sempre que o banco de horas permite, a administradora de empresas Ana Lima pede uma folga ao patrão e conduz turistas e cariocas morro acima, oferecendo paisagens de tirar o fôlego e uma caminhada leve e agradável. 

Não é propaganda enganosa: o caminho que liga o Vidigal ao Morro Dois Irmãos não exige mesmo muito esforço e recompensa adultos, jovens e até crianças com vistas de camarote de Ipanema, Leblon, Lagoa, Rocinha e São Conrado. 

Um ano e sete meses após a inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Vidigal, cariocas e estrangeiros descobriram esta que talvez seja a trilha com a melhor relação esforço físico-beleza da cidade. 

Com 1,6km de extensão, o caminho aquece a economia da favela. Moradores e guias oferecem o tour completo por preços que variam de R$ 40 a R$ 180 por pessoa. Num fim de semana, a trilha chega a receber 200 visitantes, que atingem o topo do “irmão maior”, sem pressa, em 80 minutos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/visual-deslumbrante-atrai-cariocas-turistas-para-dois-irmaos-9685277#ixzz2cvMSJvE7 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Documentário da Portuguesa Maria fala da ditadura brasileira. Ganha prêmio em Gramado.




                         
 Eleito melhor filme estrangeiro no 41º Festival de Gramado, encerrado no sábado passado, o documentário “Repare bem”, que chega às telas nesta sexta, foi o caminho encontrado por sua diretora, a portuguesa Maria de Medeiros, para decifrar o conceito brasileiro de democracia. Namorada de Bruce Willis em “Pulp fiction — Tempo de violência” (1994) e estrela de cults europeus como “Ovos de ouro” (1993), a atriz de 48 anos se firmou como cineasta quando seu primeiro longa, a ficção “Capitães de Abril” (2000), foi aclamado mundialmente com seu olhar para o processo revolucionário em Portugal, em 1974. Agora, em seu mais recente exercício como realizadora, ela se concentra nos bastidores da ditadura militar no Brasil.
— Há muito tempo eu desejava falar do Brasil. E já era hora de alguém falar da reparação aos atos de violência contra famílias que foram separadas pelo regime político autoritário sob o qual vocês foram governados — diz Maria, que ganhou ainda o prêmio da crítica e o troféu Dom Quixote (da Associação Internacional de Cineclubes) pelo longa-metragem.
Na telona, os anos de chumbo são revividos em detalhes em “Repare bem” conforme a ex-militante Denise Crispim, presa e torturada durante uma gravidez, em 1970, relembra seu périplo para fugir do país. A morte de seu companheiro, Eduardo Leite, o Bacuri, foi o estopim para sua peleja para deixar o Brasil, carregando a filha de ambos, Eduarda, e sobreviver no exterior, em exílio.
“Lilith” em negociação
O mote do filme é o depoimento de Eduarda na Comissão da Verdade, que alimenta o fluxo de recordações de sua mãe.
— O que mais me surpreendeu quando fui debater o filme em Gramado, há uma semana, foi ver a expressão de surpresa de tantos brasileiros diante da luta que muitos de vocês travam aqui para ressarcir as vítimas da ditadura — diz Maria, hoje em cartaz em São Paulo, no Teatro Tuca, com a peça “Aos nossos filhos”, escrita por Laura Castro.
Também conectado aos tempos do regime ditatorial brasileiro, a partir da relação entre uma ex-militante de esquerda e sua filha homossexual, o texto teatral de Laura será transformado em filme por Maria, como longa de ficção. A cineasta negocia ainda atuar no novo longa do carioca Bruno Safadi: “Lilith”, sobre o mito da primeira mulher da Terra.
— Venho de uma geração de portugueses que cresceu ouvindo Gil, Caetano, Chico. Tenho muito interesse em filmar mais no Brasil — diz a atriz.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/maria-de-medeiros-lanca-documentario-premiado-em-que-fala-da-ditadura-brasileira-9665426#ixzz2cnlR18le 




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Música para relax...

"Quando você estiver no momento de tomar decisões, jamais opte por algo se estiver nervoso. Nunca estamos sem uma direção. Por um momento busque a tranquilidade. Depois faça o que tem que fazer". - José Amoras  ( Para o livro RELIGARE).


Jornalista e escritor José Amoras descansando em seu importante momento. 



CINEMA! Cleo Pires em trabalho de Jaime Monjardim. Cleo acabou de ver o filme.

                                                                     Veja o Trailler.


Filha de Gloria Pires assistiu ao resultado pela primeira vez nesta quarta: 'Gosto de papéis de mulheres fortes, que têm o que dizer'. O trabalho foi de Glória em 1985.
                   
                        

             RIO — Cleo Pires assistiu nesta quarta-feira pela primeira vez ao filme “O tempo e o vento”, em que interpreta Ana Terra, papel de sua mãe, Gloria Pires, na minissérie da Globo, em 1985. Veja o trailer acima.


“Eu gosto de papéis de mulheres fortes, que têm o que dizer”, conta Cleo em entrevista à coluna Gente Boa. “E a Ana Terra é o símbolo da essência feminina.” O filme, de Jayme Monjardim, foi rodado no Sul do país e tem cenas sensuais de Cleo com um índio, interpretado pelo argentino Martín Rodriguez. 

Só o aperitivo que aparece no trailer já faz o maior sucesso.

O longa será lançado no final do mês que vem e até lá a atriz vai viajar muito. Esta semana ela embarca com a família para a Argentina, onde comemora o aniversário da mãe.

Em seguida parte rumo a Cabo Verde, na África. Depois de uma esticada na Califórnia, ela volta para o Rio, direto para a maratona de lançamento do longa, que entra em cartaz dia 27 de setembro.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/cleo-pires-interpreta-papel-que-foi-de-sua-mae-em-1985-9657332#ixzz2ciiKVCU1 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

CULTURA! 'Agora vamos viver na ponte aérea para matar a saudade', diz Carolina Dieckmann...



RIO — Marido de Carolina Dieckmann, Tiago Worcman está morando em São Paulo por conta do novo trabalho — ele é o vice-presidente de conteúdo e programação da nova MTV.

Diante da distância, a atriz conta que, agora, vai manter seu casamento via ponte aérea. Prestes a entrar no ar como a sofrida mocinha Iolanda em "Joia rara", nova trama das 18h, Carolina explica que Tiago já virá de São Paulo para o Rio de Janeiro no próximo dia 16: a data, além de ser a estreia da trama assinada por Thelma Guedes e Duca Rachid, também marca o aniversário da atriz.

— Agora vamos viver na ponte aérea para matar a saudade — disse Carolina, durante a coletiva de lançamento da novela, realizada nesta segunda-feira. — Fiquei triste, mas dei a maior força, porque sabia que era uma coisa muito bacana para ele.

Na trama, ela será Iolanda, uma moça pobre que abrirá mão do amor do operário Mundo (Domingos Montagner) para se casar com o poderoso e abastado Ernest (José de Abreu) e dar uma vida melhor ao pai, Venceslau (Reginaldo Faria), que está doente.

— Por isso, fiz questão de estar com uma cara mais saudável na primeira fase, e quero emagrecer para a segunda. Acho que a magreza serve mais à tristeza — observou a atriz, que está com 51 quilos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/agora-vamos-viver-na-ponte-aerea-para-matar-saudade-diz-carolina-dieckmann-sobre-marido-9624334#ixzz2cWijTa4V 
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NOVA LEI! Sessenta e três pessoas são multadas por jogar lixo no chão no Centro do Rio

DEU NO O GLOBO


RIO - Sessenta e três pessoas foram multadas ao serem flagradas jogando lixo nas ruas do Centro do Rio até as 12h40m desta terça-feira.

Na operação Lixo Zero da prefeitura, que teve início nesta manhã, os agentes já percorreram as seguintes vias: Rua do Ouvidor; Rua Sete de Setembro, Rua Uruguaiana, Rua da Assembleia, imediações do Camelódromo, Rua do Rosário, Avenida Rio Branco, Rua Marechal Floriano, Rua México, Rua Almirante Barroso.

 Na Central do Brasil, ainda não houve flagrante. Ninguém se recusou a mostrar a identificação. O programa Lixo Zero prevê a aplicação de punições que variam de R$ 157 a R$ 3 mil. Mais cedo, dois menores foram advertidos por jogarem embalagem de biscoito na Avenida Rio Branco, próximo à Rua Sete de Setembro, segundo o secretário de Governo do município, Rodrigo Bethlem.

Multado por jogar uma guimba de cigarro no chão, na esquina da Rua da Assembleia com a Avenida Rio Branco, o consultor de beleza Ney Eckhabt, de 51 anos, disse concordar com a iniciativa. Mas acha que o esforço das autoridades para tornar a cidade mais limpa pode esbarrar num fator cultural: o costume do carioca em jogar lixo no chão:
- A cultura do carioca é ser sujo. Não adianta querer mudar essa cultura de um dia para o outro.

Ney foi um dos dez primeiros multados pelos fiscais. Ele recebeu das mãos de um guarda municipal um boleto no valor de R$ 157, impresso num palmtop e que poderá ser pago em qualquer banco ou lotérica. A guimba de cigarro jogada fora das caçambas de lixo foi até o momento a infração com maior número de autuações e multa, segundo a Comlurb.

- Acho certo multar. Mas faltou divulgação. Eles poderiam, por exemplo, fazer uma simulação neste primeiro dia e não aplicar multas de verdade - disse o consultor de beleza, alegando que não sabia do Lixo Zero por passar mais tempo na Europa do que no Brasil.

O diagramador Milton Marinho, de 48 anos, também recebeu multa por jogar uma guimba de cigarro no chão da Rua Uruguaiana.
- Eu ouvi falar da operação mas estou tão atarefado que esqueci o dia do início dela. Agora terei que pagar R$157 por um esquecimento bobo - disse o diagramador que jogou a guimba ao lado de uma papeleira.

A promotora de vendas Luciene Zaria, de 32 anos, também foi multada por jogar uma guimba de cigarro no chão na Rua Uruguaiana. Ele ficou revoltada mas depois reconsiderou .
- Vou ser multada por não haver aquela areia para apagar o cigarro na caçambinha? É até uma lei legal desde que tenha base para isso.Vai acabar que muita gente vai jogar guimba acesa dentro das caçambas e acabar incendiando - disse Luciene. 

O coordenador da campanha Fernando Alves Pinto lembra que as papeleiras têm uma parte de metal que serve para apagar guimbas de cigarro antes que elas sejam jogadas na lixeira.

Papel no chão
Multado também R$ 157 por jogar um pedaço de plástico no chão - o invólucro de um livro que acabara de comprar - Reginaldo Maurício Batista, de 37 anos, não sabe como pagará esse valor. Ele alega estar desempregado há oito meses e disse que recorrerá da infração.

- Meu dinheiro é contado. A multa veio numa hora imprevista. Foi um momento de bobeira, já que não costumo jogar lixo no chão. Apoio a iniciativa, mas infelizmente não tenho condições de pagar - disse ele.

Reunião antes da operação no Centro
No início da manhã, as equipes da Comlurb, da Guarda Municipal e da Polícia Militar que participam do primeiro dia da operação se reuniram na gerência da Comlurb, na Rua República do Líbano, para receber as últimas orientações antes de sair às ruas.

São 192 funcionários, divididos em 58 equipes, cada qual formada por um agente de limpeza da Comlurb, um PM e um guarda municipal. Eles percorrem inicialmente as ruas do Centro. Os agentes vão atuar todos os dias da semana, das 7h às 22h20m.

O descarte irregular de lixo até o tamanho de uma lata de refrigerante acarretará multa de R$ 157. Até um metro cúbico, R$ 392. Acima disso, pode chegar a R$ 980. Para volumes maiores, como depósito de entulho, a multa é de R$ 3 mil.

— A possibilidade de recurso é prevista em lei. O cidadão pode recorrer na Rua Major Avila 358, na Ouvidoria da Comlurb. Lá, a gente vai receber a pessoa que eventualmente discordar daquela multa, vai avaliar, terá uma comissão para avaliar aquela multa. Se for procedente, a multa é retirada. E se não for, o cidadão terá que pagar — disse o presidente da Comlurb, Vinícius Roriz.

O coordenador da campanha, Fernando Alves Pinto, espera que a população compreenda a ação e contribua para uma cidade mais limpa.
Em setembro, o programa começa a ser aplicado em Ipanema, Leblon e Lagoa. Depois, será a vez de Copacabana.

População reclama da falta e do tamanho reduzido das lixeira
Quem trabalha no Centro, entretanto, reclama da falta e do tamanho reduzido das lixeiras, insuficientes para dar conta do volume de resíduos descartados diariamente. Basta caminhar pela região para perceber que, além de papeleiras lotadas, há vários pontos fixos de descarte.

Cansado de ver as pessoas jogando lixo na calçada em frente à sua loja na Rua Uruguaiana, o comerciante Antenor Pereira comprou uma lixeira plástica grande e a prendeu com uma corrente a um poste. Em poucos meses, a lata foi retirada, segundo ele, pela Comlurb. Na segunda-feira, o local virou uma lixeira improvisada:
— Pelo visto, eles preferem que o lixo fique no chão. Amanhã (hoje), vou colocar outra lata aqui, para não multarem as pessoas. Se eles estão preocupados com a sujeira, deveriam colocar mais lixeiras nas ruas — reclama Antenor.

Conceição Aparecida Fonseca, que trabalha na área de recursos humanos, concorda:
— Eu sou a favor do projeto, mas faltam lixeiras no Centro. Nessas pequenas, não cabe nada. A prefeitura também tem que fazer o dever de casa.

A Comlurb diz que faz a parte dela. A Rio Branco e a Presidente Vargas são varridas quatro vezes por dia cada uma. Garis recolhem em média 1,3 tonelada de lixo nas duas vias diariamente. Guimbas de cigarros, embalagens de comida e panfletos — cuja distribuição, aliás, é proibida — fazem parte dos itens mais descartados no Centro.

— Vamos aumentar a quantidade de lixeiras (hoje são 30 mil), teremos mais sete mil até o fim do ano. Também estudamos colocar modelos maiores nos lugares com grande produção de lixo e de outros materiais, como a fibra de coco — diz o presidente da Comlurb, Vinícius Roriz. — Mas, se as pessoas não mudarem seus hábitos, como segurar o papel na mão até chegar à papeleira mais próxima, não adianta aumentar a quantidade de lixeiras.

Modelo comporta poucos resíduos
Em junho deste ano, O GLOBO mostrou que o uso das papeleiras adotadas pela Comlurb é polêmico. Com uma abertura pequena, difíceis de serem encontradas em alguns pontos da cidade, elas não comportam resíduos maiores, como caixas de papelão e cocos.

Trazido de Portugal, o modelo tem capacidade para 50 litros e abertura de apenas 40 centímetros de largura por 12 de altura. A reportagem mostrou que o Rio tem uma lixeira para cada 213 habitantes. 

Em São Paulo, é uma para cada 58 pessoas, e em Curitiba, reconhecida por sua limpeza, a proporção é de uma para cada 417. Na época, Vinícius Roriz, presidente da Comlurb, disse que a quantidade de papeleiras não era justificativa para se jogar lixo no chão. Ele citou o o exemplo de Tóquio, no Japão, onde quase não existem lixeiras nas ruas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/sessenta-tres-pessoas-sao-multadas-por-jogar-lixo-no-chao-no-centro-do-rio-9619049#ixzz2cWfpA0ez 
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